A 🌚 finaliza a semana em ♐ signo no qual lhe dá a necessidade por conhecer coisas novas, lugares, culturas e filosofias que são diferentes da sua. Período para buscar ampliar seus conhecimentos. E fará também bons contatos com outros astros no decorrer do sábado.
Bom fim de semana!
Boa noite!
Paulo Al-Funs
Dica astral 25/06/2026
A 🌚 seguindo seu trânsito pelo signo de ♏ (Escorpião) tende a aumentar a sensibilidade, incluindo temas eróticos nas conversas com mais intimidade. Os bons aspectos com astros que gostam de se "locomover" favorecem as viagens, curtas e longas.
Paulo Al-Funs (astrólogo por formação)
Dica astral 23/06/2026
O 🌞 deu início ao seu caminhar por ♋, a 🌚 em ♎ pede equilíbrio nas relações e o astro do amor responsabilidade nas parcerias. Bom dia para controlar os exageros.
Bom dia.
Paulo Al-Funs
Dica astral 22/06/2026
A 🌚 caminha por ♎ (Libra) signo bom para curtir na companhia de alguém, realizar acordos e socializar. Porém, estará fazendo um aspecto desafiador ao longo do dia com um astro que não vai facilitar em nada as tendências naturais citadas acima.
Paulo Al-Funs
Dica astral 21/06/2026
O 🌞 inicia seu trânsito anual por ♋ (Câncer) onde seu propósito estará voltado para o lar e a família, o nutrir e ao seu próprio mundo interior. O carismático canceriano tem na sua natureza o acolhimento e o saber ouvir, é um signo de natureza emotiva, com tendência a proteger aqueles que lhe são importantes.
Bom dia.
Feliz solstício de inverno
Paulo Al-Funs (astrólogo por formação)
Dica astral 19/06/2026
O 🌞 nos últimos graus de ♊ em bom aspecto com a 🌚 nos últimos graus de ♌ trazem bom humor e confiança em si mesmo, mantendo a auto estima onde ela deve estar: no alto. Antes do meio-dia a 🌚 passa a circular por ♍ que tem necessidade de ordem e praticidade o que leva a um estranhamento com um dos astros que rege o coletivo, indicando mudanças repentinas que tendem a surpreender, afetando também o humor...
Paulo Al-Funs
Dica astral 18/07/2026
A 🌚 no signo de ♌ no decorrer do dia fará um contato que exigirá um pouco de paciência para lidar com questões do dia-a-dia, o que pode gerar um pouco de frustração e principalmente raiva em alguma situação cotidiana. Se possível, evite hostilidade na sua forma de agir. Mas logo ela também alcança o 🌞 em ♊ (Gêmeos) performando (não esqueça que ela está em Leão), e promovendo um encontro entre a razão e a emoção, direcionando propósito e necessidades da vida num único movimento.
Paulo Al-Funs
Dica astral 17/06/2026
A 🌚 inicia seu desfile pelo signo de ♌, unida ao astro que rege nossas relações afetivas e num bom aspecto com o planeta que rege nossa espiritualidade mais elevada. Uma das principais características de ♌ (Leão) é sua generosidade, que unida ao astro do amor nos convida a amar primeiro a nós mesmos, para assim poder amar aos outros também...
Paulo Al-Funs
Chega Mais (80)

Domingo finalizei a terceira novela do projeto Fragmentos da Globoplay, projeto este que busca colocar a disposição de noveleiros e afins o que existe de material (capítulos) preservados de muitas novelas que acabaram por serem apagadas. A confirmação que aparentemente muitas obras já não existem mais (cerca de quase 30) causou um choque naqueles que queriam rever ou conhecer antigos trabalhos realizados em fins dos anos 70 e início dos 80 na Globo. Eu entre eles. O projeto reúne novelas em que sobraram de 02 a 20 capítulos e pode ser bem frustrante embora realmente válido. Ano passado conheci “Corrida do Ouro” de 74 (ainda gravada em preta & branca) e “O Pulo do Gato” de 78 uma novela que deve ter sido muito legal e daí nasce a sensação frustrante de saber que não existe mais. Saber que “Sol de Verão” (82), “Champagne” (83) e “Coração Alado” (80) não estão mais vivas (na íntegra) também não foi nada satisfatório. Mas felizmente, muitas outras estão. O acervo da Globo é imenso. Comecei com “Dancin’ Days” de 78, segui com “A Próxima Vítima“, 95 (pra mim a maior obra- prima entre todas as novelas já realizadas) e em breve finalizo “O Outro” de 87. Sem contar “Elas por Elas” de 82 que estou na metade e aquela que eu acredito que foi uma das últimas perfeições realizadas pela emissora “Verdades Secretas” que acompanhei ano passado. Todas escolhidas a dedo, porque a gente não vai perder nosso precioso tempo com fubangagem (embora involuntariamente aconteça, “Avenida Paulista” minissérie do início dos anos 80 foi o ponto mais baixo e inacreditável que eu já assisti na TV, sinceramente não me lembro de nada tão pior, tão amadoristico realizado no canal. Assisti no início do ano passado e não tenho palavras pra descrever essa nulidade. Pra fechar com chave de ouro o ano, fui conhecer outra inédita também, “O Caçador” de 2014… outra nulidade onde o lugar comum e a pieguice fizeram morada… Nada contra ver trabalhos ruins ou péssimos, há álbuns ruins, filmes ruins, livros ruins e tá tudo certo, ninguém vai realizar só trabalhos tops ou bons na vida, mas, no caso de uma novela ou série ou minissérie elas tomam tempo e eu não gosto de deixar nada pela metade.
“Chega Mais“ de Carlos Eduardo Novaes é do início dos anos 80, e me parece ter sido bem legal. Seis capítulos preservados. Pontos que eu curti, a abertura inovadora com música da Rita Lee. O elenco não precisa nem falar, só gigantes e todos bem familiares, e a história que me pareceu ser bem singular, embora não dá pra saber de fato o que acontece na novela toda. O que se sabe é: Tom e Gelly iam se casar no 1° capitulo e o noivo deu um cano e sumiu… o noivo Tony Ramos e a noiva Sônia Braga (vinda de uma família aparentemente endinheirada, mas, na verdade falida). No último capítulo, um novo casamento está para acontecer (entre os mesmos) e dessa vez Gelly da o troco com a mesma moeda (pronto spoliei). Não é que você fica totalmente perdido com essa quantia mínima de capítulos, mas, simplesmente você não conhece o que rolou na novela toda. Dei um google depois e “descobri” que essa novela foi apresentada na Itália e foi um enorme sucesso. E agora, nos anos 2000, foi reapresentada novamente. O que me leva a crer que exista uma versão dela se não intacta, ao menos quase completa. Rede Globo, por favor, traga essa sua filha que saiu para o mundo novamente pra casa. Noveleiros, curiosos e afins agradecem.

Tom e Gelly (foto web)
Paulo Al-Funs, autor
Filmes/2026
Passando aqui pra indicar 03 filmes que assisti recentemente, pra quem já assistiu a muito tempo, vale rever, pra quem não conhece, uma boa viagem…
Preciosa: Uma História de Esperança (2009)

Cartaz de “Preciosa”
O longa narra a trajetória de Precious uma jovem estudante que sonha em ser uma celebridade mas na vida real sofre as muitas dificuldades de ter um corpo com mais volume que gostaria, e por conta disso ser ridicularizada na escola, na vizinhança, e passar por tormentos inimagináveis dentro da própria casa. Nada é fácil pra ela. O mundo real é muito duro e as pessoas deste mundo movidas a crueldade não lhe favorecem… “Preciosa” toca em temas extremamente sensíveis (o filme é de 2009, portanto já estava antecipando assuntos que explodiriam nos anos por vir). A história em si se passa na década de 1980, e é espantosa como parece agora… Gabourey Sidibe dá vida a Precious e é impossível imaginar outra atriz fazendo a personagem. Mas o meu olhar especial vai para Mo’Nique a atriz (com letras garrafais) que faz a genitora de Precious, desde já uma das maiores e mais horripilante interpretação de uma “mamãezinha querida” que eu já assisti na tela. Assisti a cerimônia em que ela ganhou o Oscar (uma das vitórias mais justa da Academia) e o discurso que fez. A mulher é foda. O filme é majoritariamente realizado por artistas negros Lee Daniels (direção), Geoffrey Fletcher e Sapphire (roteiro), Tyler Perry e Oprah Winfrey entre os produtores. No time de elenco formado por atores e atrizes negros, pardos e latinos talentosos para minha surpresa (não reconheci em momento algum) estavam Mariah Carey e Lenny Kravitz, estrelas da música que mandaram muito bem em suas atuações!
Vale conhecer!

Gabourey Sidibe (Preciosa)

Precious…

A pior genitora da tela…

Escola alternativa

Com as colegas de classe Amina Robinson, Angelic Zambrana, Stephanie Andujar

A surpresa Mariah Carey

Mais surpresa… Lenny Kravitz

Gabourey Sidibe e Mo’Nique
Corra! (2017)

Cartaz de Corra!
Corra! me chamou atenção fins do ano passado quando vi um trailer do filme no meu Insta… Resumo básico sem spoiler… É um horror psicológico daqueles bons que eu não assistia a muito tempo… Jovem num relacionamento afetivo viaja com a namorada para conhecer seus pais… É o tipo de história que se for usar o lugar comum, da pra dizer que tem muitas “camadas”… O cineasta (Jordan Peele) criou aquela atmosfera típica de filmes dos anos 80 (aqueles filmes que nós os expectadores sabiamos que tinha um monstro à solta, mas os personagens do filme, não, e que quando se encontrassem, ia dar ruim) que deixava “a gente” arrepiado com o que não aconteceu mas estava por vir… Pois você se arrepia desde o princípio com Corra! A primeira parte é perfeita… A segunda é inacreditável na sua ousadia… o roteirista que é também o diretor jogou uma ficção barata típica de filmes B dos anos 50, acrescido de temas sociais muito importantes no nosso momento (racismo, classismo, cordialidade à brasileira, “desconstrução” de preconceitos), aliado com o elemento “medo” (que começa induzido pelo título) chegamos a esse filme realmente bom, muito bom. É um experimento que deu certo. Nas mãos de um cineasta não tão habilidoso, poderia ter virado um desastre, nas mãos de um diretor de primeira linha, virou um longa que se assiste arrepiado. Olhar especial para o Daniel Kaluuya… Corra para conhecer…

Daniel Kaluuya e LaKeith Stanfield (de costas)

Daniel Kaluuya e Allison Williams

Cordialidade à brasileira

Catherine Kenner

Betty Gabriel

Lil Rel Howery, o herói
Morra, Amor (2025)

Cartaz de “Morra, Amor”
É um filme que quero rever. Quando o filme me parece e tem elementos que pode ser melhor do que a primeira impressão que eu tive, é algo que eu me permito. O Filme: Jovem casal vai morar na casa abandonada de um parente morto, com as ilusões que todo tipo de mudança permite, mas, em algum momento a realidade (rotina) caí sobre eles, e pesa a tal ponto que parecem não ter como escapar, sendo que a personagem feita pela Jennifer Lawrence é a que mais padece, deslizando rapidamente para abismos cada vez mais profundos… Relações entre casais que vão se tornando densas sempre estiveram presentes na tela, mas, aqui faltou (pra mim) o fator identificação. E também não senti empatia alguma por eles. O que gostei realmente foi da presença da Sissy Spacek (que faz a mãe do Robert Pattinson), e tem no elenco também o astro veterano Nick Nolte (na ativa com 84 anos!). Pra quem curte histórias densas, vale conferir.

Em público tudo é lindo…

… mas, lágrimas escorrem longe dos olhares alheios…

… quando seu parceiro também não sabe como mudar…

… e você chega num ponto que quer se auto-finalizar…

… é melhor desabafar…

… ou encontrar outro alguém pra trepar…

… nunca esquecendo, que nem todos os casais, foram feitos para durar…

… e que o amor um dia pode se transformar…💔
Paulo Al-Funs, autor
